sexta-feira, 24 de setembro de 2010

A flor

Veja margarida,

Tudo começou do nada absoluto,

A ausência de coisa sólida.

Só o sentimento nadando nestas águas.

Eram dois, depois 11, depois 22

E quantos mais virão.

Veja margarida,

Eu nem sei por onde terminar.

Saudade tua

E de não saber se.

Uma que já veio, outro que virá.

Todos são tu, o milagre da multiplicação.

Tantos quanto os grãos de poeira de tuas mãos.

1 comentário:

  1. Adorei o seu poema. Lindissimo.Estou lhe convidando a visitar o meu blog, e se possivel seguirmos juntos por eles. estarei grato esperando por vc, lá
    Abraços de verdade.
    www.josemariacostaescreveu.blogspot.com

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